Aqui estão as minhas escolhas do que considero melhor em Poesia,Prosa Poética e Fotografia. Domingo é dia de trabalhos de minha autoria.
quarta-feira, 8 de novembro de 2023
Somos um País
terça-feira, 7 de novembro de 2023
O Velho
domingo, 5 de novembro de 2023
Não estou triste...
sábado, 4 de novembro de 2023
Medo
sexta-feira, 3 de novembro de 2023
Antecipação
espera. não vás.
deixa-me acordar-me
para que te diga que há palavras
que não têm a cor das flores
nem dos sóis.
há palavras que têm a cor da minha mão
do meu sorriso
do olhar que te espreita de soslaio
e que na cumplicidade nos une
com um laço cuja morte não desata.
antes que seja tarde
e que a noite ensombre as páginas do teu rosto
deixa-me despertar
e espera que a palavra Amor
apareça sibilada no teu ouvido.
quinta-feira, 2 de novembro de 2023
As Palavras
quarta-feira, 1 de novembro de 2023
Não fora o mar
terça-feira, 31 de outubro de 2023
Olha-me agora
domingo, 29 de outubro de 2023
O silêncio do teu olhar
sábado, 28 de outubro de 2023
Refugio-me do fogo das bocas
sexta-feira, 27 de outubro de 2023
Trago-te nos braços ao cair da tarde

quinta-feira, 26 de outubro de 2023
Não existe tempo sem tempo
quarta-feira, 25 de outubro de 2023
XI
terça-feira, 24 de outubro de 2023
Quarto
domingo, 22 de outubro de 2023
Compaixão
sábado, 21 de outubro de 2023
Bastava que me olhasses uma vez ainda.
sexta-feira, 20 de outubro de 2023
IV
quinta-feira, 19 de outubro de 2023
Quadro Mediterrâneo
quarta-feira, 18 de outubro de 2023
Confissão
terça-feira, 17 de outubro de 2023
Uma viagem no Outono
domingo, 15 de outubro de 2023
Um abraço
sábado, 14 de outubro de 2023
Sobre as Areias
Um mar de nada, luzindo turquesa em eterna canção. Duas sombras, tão gémeas do céu ou do vento, sobre o espelho fulgente de areias em decrescente ebulição trilham um caminho sem fim. Vestígio após vestígio, garça alguma neles lerá a denúncia do rumo traçado no sal do instante.
Um perfume de nardo imiscuído em sândalo e canela de cetim, um polvilho salgado sobre a maior frescura do sopro poente. Os olhos anseiam evaporar-se num incêndio de luz, mas querer é demasiado quando tudo é o perfeito acorde do vazio. Por isso cintila, tão magnífica e pura, a solidão do voo duma gaivota, a rocha aberta ao eterno movimento da onda que aceita a sua morte.
sexta-feira, 13 de outubro de 2023
Dor
Podes rasgar a carne, limpar e repor as artérias certas
no seu lugar, consertar o rasgo, suturar a pele. Mas o
peito ficou por abrir e não há bisturi que o perfure.
O corpo é um lugar que podes adormecer para
dissecar. Mas o peito não. O peito é uma pedra dura
que nada mais recebe em si que os resíduos de vida
que se lhe assimilam por aglutinação natural da dor.
E não há diafragma que to separe do resto de ti.






















