Bom dia, BéatriceM. Encerrar ciclos é sempre um desafio. A vida é dual, especialmente no contraste entre o fim formal de uma etapa e a permanência emocional dela em nós. O passado não se apaga; ele se integra, pois o cérebro guarda o que teve impacto afetivo. O que vivemos altera nossa percepção, nossas escolhas e quem somos, transformando a dor ativa em aprendizado. A pergunta que fica é: como carregar o que permanece? A resposta está em permitir que a lembrança exista sem a obrigação do esquecimento, mudar o foco da perda para o valor da experiência e entender que carregar o passado não impede novos começos. Um bom domingo!
3 comentários:
Bom dia, BéatriceM.
Encerrar ciclos é sempre um desafio. A vida é dual, especialmente no contraste entre o fim formal de uma etapa e a permanência emocional dela em nós. O passado não se apaga; ele se integra, pois o cérebro guarda o que teve impacto afetivo. O que vivemos altera nossa percepção, nossas escolhas e quem somos, transformando a dor ativa em aprendizado. A pergunta que fica é: como carregar o que permanece? A resposta está em permitir que a lembrança exista sem a obrigação do esquecimento, mudar o foco da perda para o valor da experiência e entender que carregar o passado não impede novos começos.
Um bom domingo!
Boa tarde:- LIndo de ver e ler.
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Saudações poéticas
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“” AMOR E PAIXÃO ““
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Concluir é a decisão mais difícil, nem sempre temos a coragem necessária.
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