E das ramagens do meu ser,
Libertam-se gotas de sonhos
Banhadas pelo perfume dos lilases
Agora, soltos em flores atemporais.
Do meu corpo eclodem rebentos floridos
Que se soltam de mim
E sobem, lentamente, na leveza da alma
Pousando na candura dos dias felizes.
Olho-me ao longe...
Reconheço cada fragmento, cada cor
Cada recanto, que agora procura paz.
O corpo jaz no restolho dos sonhos...
Com asas de pássaro, esvoaço para longe
In “O Eco do Silêncio”
Imagem Pinterest














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