O poema traduz com muita sensibilidade a poesia como refúgio e confissão velada dos sentimentos mais profundos do eu lírico. Enquanto a metáfora do cais estabelece o texto como ponto de retorno inevitável, a segunda estrofe expõe a mentira da autossuficiência. Ao negar a necessidade mútua, revela-se justamente o oposto: a dependência vital e simbiótica entre criador e criação. Aproveite o domingo, Béatrice!
4 comentários:
O poema traduz com muita sensibilidade a poesia como refúgio e confissão velada dos sentimentos mais profundos do eu lírico. Enquanto a metáfora do cais estabelece o texto como ponto de retorno inevitável, a segunda estrofe expõe a mentira da autossuficiência. Ao negar a necessidade mútua, revela-se justamente o oposto: a dependência vital e simbiótica entre criador e criação.
Aproveite o domingo, Béatrice!
Eros...agradeço imenso a sua visita e a análise certeira ao meu poema...muito obrigada!Bom domingo também para você....
Que bonito!
Amei!
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Na linha do tempo... .
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Beijos. Bom Domingo e uma ótima semana!
obrigada....
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