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e na cor alva das manhãs
havia sempre a partilha dos corpos,
sobre a seda, osso e pele,
foi há tanto tempo
que os ruídos das sombras, renascem
na noite que se opõe às manhãs.
e sei que havia, luzes no fogo inflamado
nas pétalas calcinadas das flores
em combustão.
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e tudo foi (era) possível como a luz rubra da paixão.
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Foto ; Szymons