sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Lavro teu corpo




WhiteAlice


Lavro teu corpo d’Oiro
Com meu cinzel de lábios
Esculpo a mais serena manhã
Com a mais violenta tempestade
Se nocturna a minha sede se prolonga
E teu ventre d’Oiro se aparta de meus dedos.


Autor : Joaquim MONTEIRO
2014-12-29 (© todos os direitos reservados)

3 comentários:

Mar Arável disse...

A poesia não tem limites

Elvira Carvalho disse...

Bonito poema.
Um abraço e um excelente ano

heretico disse...

tempestades de fogo...

beijo