Christina-Nguyen
Em plena primavera
e em desesperado alvoroço
a chuva molha-me o corpo
na inquietude deste frio
e deste vento.
E eu nem sinto
ainda anestesiada
pelo calor do teu
arreigado no meu
e em mim.
Nem sei, ainda se o arrepio que sinto
a me percorrer as entranhas
é do tempo
se é da memória do teu corpo
em mim.
Em Lisboa o verão
tarda em chegar.
.
BeatriceMar

2 comentários:
No ciclo das marés
que vivam todos os apeadeiros
Ao passar pela net encontrei seu blog, estive a ver e ler alguma postagens é um bom blog, daqueles que gostamos de visitar, e ficar mais um pouco.
Eu também tenho um blog, Peregrino E servo, se desejar fazer uma visita.
Ficarei radiante se desejar fazer parte dos meus amigos virtuais, saiba que sempre retribuo seguido também o seu blog. Deixo os meus cumprimentos e saudações.
Sou António Batalha.
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